Novidades Meridionais II

Enquanto nas terras quentes, cheias de areia e rebeldes do Bahrein, se disputou uma etapa de uma pequena e desconhecida categoria chamada Fórmula 1. Aqui no sul se disputou a segunda etapa do Gaúcho de Automobilismo, Marcas e Pilotos, Fórmula 1.6, Fórmula Junior e Copa Fusca fizeram o solo de Guaporé  tremer, esquentar, pegar fogo e outros adjetivos para dizer que a segunda etapa foi f*da. Mas vamos para de enrolação e vamos para o que aconteceu nesse fim de semana na serra.

Fórmula 1.6 ou Fórmula 1? Você escolhe. (Foto: Bernardo Bercht/Marwan Naamani)
Fórmula 1.6 ou Fórmula 1? Você escolhe. (Foto: Bernardo Bercht/Marwan Naamani)

Fórmula 1.6: A etapa que tinha tudo para ser uma das melhores da historia da categoria realmente foi o que disseram. Primeiro, vemos o grid da categoria, que nesse fim de semana, contou com 21 carros (ta, ta, no outro post eu tinha dito 23, mas alguns faltaram, direi depois quais e o porque), e teve alguns retornos que deram um espetáculo para a categoria gaúcha (para quem não sabe, ou não viu, está nesse post ), mas nem tudo na corrida foi previsto, tivemos algumas – boas – surpresas.

Marcello Giacomello: Pole, recorde da pista, volta mais rápida nas duas provas, segundo lugar na primeira prova, vitoria na segunda prova, agora diga: Foi o dia do cara ou não?
Marcelo Giacomello: Pole, recorde da pista, volta mais rápida nas duas provas, segundo lugar na primeira prova, vitoria na segunda prova, agora diga: Foi o dia do cara ou não? (foto: Paulo Dias Nunes)

Eram para ser vinte e três monopostos em Guaporé, mas houve a falta de Joacir Stédile, Rodrigo Gonzalez e Mauricio Pereira. O ultimo teve um problema serio no cambio de seu Minelli M3, mesmo com todo o empenho de sua equipe, ele não pode largar, uma vez que a “carcaça” do cambio reserva se mostrou “incompativel” a o desenho do chassis

Mauricio Pereira: Mesmo com todo o empenho da equipe para por o carro de volta pra pista, não deu certo.
Mauricio Pereira: Mesmo com todo o empenho da equipe para por o carro de volta pra pista, não deu certo. (foto: Dudu Leal)

No sábado, os treinos já mostraram o que iria acontecer aquele fim de semana, o gringo de Bento Gonçalves, Marcelo Giacomello tirou a pole, recorde do circuito nos treinos classificatórios com 1.13.544s. Seguido do veterano Ismael Toresan, que fez 1.13.627s, com um – pasmem – JQ Reynard da Light (é um carro muito competitivo somado a um bota como Toresan, era esperado isso mesmo) e em terceiro ficou Fernando Stédile, com 1.14.690s.

Não houve que segurasse Isamel Toresan e seu JQ Reynard na primeira prova. (foto: Dudu Leal)
Não houve que segurasse Isamel Toresan e seu JQ Reynard na primeira prova. (foto: Dudu Leal)

Na corrida, o pole, Marcelo Giacomello não começou muito bem, largou mal, caiu para terceiro, sendo ultrapassado pelo “fantasma branco” de Toresan e por Fernando Stédile. O pole teve que correr atras, ultrapassar Stédile duas vezes, porém, ele nem foi para cima do JQ de Toresan, segurou Stédile, que forçava a corrida toda. Pilotando de modo incrível  Toresan passa em primeiro na primeira prova, sendo seguido pelo “gringo” de Bento Gonçalves, Marcelo Giacomello e pelo passo-fundense Fernando Stédile. A ultima vez que um Light venceu uma corrida no geral foi em 2011, neste mesmo circuito, porém com o outro carro da mesma equipe, o piloto era o tocantinense Marco Túlio (que hoje esta no automobilismo europeu).

Giacomello passou Stédile e foi com a faca nos dentes para cima de Crestani. Passou também.
Giacomello passou Stédile e foi com a faca nos dentes para cima de Crestani. Passou também. (foto: Dudu Leal)

Na segunda corrida, com o grid invertido, Leandro Guedes pegou a pole, mas quem se destacou foi Cali Crestani, que largou como poucos e já tomou a liderança do piloto carioca, colado atrás, estava Fernando Stédile, e atrás, mesmo com o carro destracionando, Giacomello mantinha o quarto lugar. Com  o grid embolado atrás, sobrou para Gabriel Kenji, que foi tocado e quebrou a suspensão dianteira. Fim de corrida por cara e safety-car na pista. Após a saída do safety-car, Giacomello foi a caça de Crestani, passou Stédile, passou Crestani e já aportava na liderança antes da metade da bateria. enquanto isso, Stédile abandonava após a ultima tentativa de ultrapassar Cali, o carro já estava tendo alguns problemas, e acabou abandonando com problemas no motor, isso abriu caminho para Vinicius Schüller assumir o terceiro lugar e completar o pódio da corrida.

Leandro Guedes tem se mostrado um dos melhores pilotos da categoria. O grui tem futuro!!!!
Leandro Guedes tem se mostrado um dos melhores pilotos da categoria. O guri tem futuro!!!! (foto: Dudu Leal)

Na Light, quem tirou a pole foi de Ismael Toresan, pilotando o “fantasma branco” (que na próxima etapa, terá seus comandos assumidos por Saulo Ramos Filho), tirando 1.13.627s (e tirando o mítico segundo tempo no geral), seguido por Rômulo Escouto, com 1.16.444s e por Lucas Toresan, com 1.18.569s. Na primeira corrida, não teve pra ninguém, Ismael Toresan venceu a Light e a geral pilotando com maestria o mesmo JQ Reynard que lhe deu o titulo da Classe B duas vezes (2006-2007) e deu o titulo da Light a Vinicius Schüller (2012), seguido pelo carioca Leandro Guedes, que está se mostrando um dos melhores pilotos da categoria, vencendo tudo na Light e por Lucas Toresan, que teve uma boa corrida após a sua má estreia em Tarumã.

Lucas Toresan teve um fim de semana bem melhor que em sua estreia, em Tarumã, onde teve um acidente logo nos treinos classificatorios.
Lucas Toresan teve um fim de semana bem melhor que em sua estreia, em Tarumã, onde teve um acidente logo nos treinos classificatórios. (foto: Dudu Leal)

Na segunda corrida, Toresan não teve a mesma sorte, mas quem mostrou a que veio foi o carioca Leandro Guedes, que pilotou muito bem e terminou vencendo a segunda corrida na Light, ficando em quarto no geral. Em seguida, veio o veterano Rômulo Escouto e o novato Lucas Toresan em segundo e terceiro, respectivamente.

David Gallo mostrou serviço com o carro que Dieckle Icklis usou na Fórmula São Paulo e na Fórmula BKR. Foi o segundo nos treinos e na primeira corrida e ganhou a segunda corrida. (foto: Fernando Peres Nunes)
David Gallo mostrou serviço com o carro que Dieckle Icklis usou na Fórmula São Paulo e na Fórmula BKR. Foi o segundo nos treinos e na primeira corrida e ganhou a segunda corrida. (foto: Fernando Peres Nunes)

Na Fórmula 1.8, a pole foi do carioca Gustavo Camilo, com 1.16.080s, a sua segunda pole seguida no campeonato. Camilo veio seguido pelo estreante (finalmente estrando ele!!!!) David Gallo, com 1.17.023s e Thiago Muriel (outro que estava por estrear há muito), com 1.18.476s.

Na primeira corrida, Michel Duarte deu o bote em Thiago Muriel e ficou em terceiro, já na segunda corrida, a coisa foi diferente...
Na primeira corrida, Michel Duarte deu o bote em Thiago Muriel e ficou em terceiro, já na segunda corrida, a coisa foi diferente… (foto: Dudu Leal)

Não mudou muita coisa na primeira corrida. Gustavo Camilo mostrou a superioridade do seu equipamento e venceu a primeira corrida, seguido pelo estreante David Gallo, mas o terceiro lugar da 1.8 mudou alguma coisa. Michel Duarte deu o bote encima de Thiago Muriel e conseguiu tomar a posição do estreante mineiro na primeira corrida. Já a segunda corrida foi bem diferente, Gustavo Camilo teve problemas e abandonou, deixando a liderança no colo do estreante David Gallo, que levou a liderança até o fim da corrida, seguido por seu pseudo-companheiro de equipe, Thiago Muriel, que deu o bote em Michel Duarte e retomou sua posição e mais um pouco (pouco após, Michel teve problemas no motor de seu Techspeed e abandonou, mesmo assim, assumiu a terceira colocação). A corrida terminou com Gallo em primeiro, Muriel em segundo e Michel em terceiro. O que impressionou na categoria descendente “um tão quão indireta” da Fórmula São Paulo foi a paridade com os carros da Fórmula 1.6, mesmo tendo um cambio sequencial e um motor 200cc maior que o motor da 1.6, mesmo assim disputam tête-à-tête com os Light e A.

Edemar "Nino" Stédile liderando o pelotão, sendo seguido de perto por Vinicius Schüller e Carlos Lazzari.
Edemar “Nino” Stédile liderando o pelotão, sendo seguido de perto por Vinicius Schüller e Carlos Lazzari. (foto: Dudu Leal)

O campeonato ficou embolado após a etapa em Guaporé na A. Marcelo Giacomello assumiu a liderança, com 76 pontos, seguido por Fernando Stédile, com 55 pontos e Cali Crestani, com 49 pontos. Na Light, Leandro Guedes ainda lidera, com 55 pontos, seguido por Ismael Toresan, com 31 pontos e Lucas Toresan, com 24 pontos. Na 1.8, Gustavo Camilo ainda lidera, com 64 pontos, seguido por Michel Duarte, com 27 pontos, David Gallo, com 25 pontos e Thiago Muriel, com 20 pontos.

Impressionante a pariedade dos carros da 1.8, mesmo superirores, com os carros da Light e da Categoria A. As disputas são tête-à-tête.
Impressionante a paridade dos carros da 1.8 com os carros da Light e da Categoria A. As disputas são tête-à-tête. (foto: Dudu Leal)

Fórmula Junior: Mais uma vez, a Fórmula Junior me impressiona. A segunda etapa da categoria, em Guaporé (a primeira nesse circuito) foi uma das mais disputadas, com direito a pole apertada e acidente no meio da corrida. Tiveram algumas estreias na categoria neste fim de semana, elas foram Franco Pasquale, filho do conhecido kartista gaúcho, André Pasquale e o piloto paraguaio Lucas Balbuena, alias, Balbuena é a primeira participação internacional da nova categoria. Duas etapas e a categoria já tem uma participação internacional, a Junior promete nas próximas etapas!!!!

Lucas Alves: O pelotense ficou a 96 milésimos do pole, Gabriel Robe.
Lucas Alves: O pelotense ficou a 96 milésimos do pole, Gabriel Robe. (foto: Dudu Leal)

Nos treinos classificatórios, Gabriel Robe (Irineu Racing) tirou a pole, com 1.17.936s, o piloto de Pelotas é um dos últimos da tabela de classificação geral e tirou pole esse fim de semana, para ver só a paridade dos carros da Junior,  Lucas Alves (Quadrado Racing), marcou o segundo tempo, com 1.18.032s, 96 milésimos de segundo do pole (!!!!), o terceiro tempo foi do sergipano Matheus Rouver (Irineu Racing) , com 1.18.258s.

Victor Matzenbakcer e Matheus Rouver: Pressionando o tempo todo o lider, Gabriel Robe
Victor Matzenbakcer e Matheus Rouver: Pressionando o tempo todo o lider, Gabriel Robe. (foto: Dudu Leal)

Na corrida, a coisa foi férrea !!! Gabriel Robe liderou a primeira bateria, sendo pressionado por Matheus Rover o tempo todo, quando não era Victor Matzenbacker que pressionava fortemente o piloto pelotense. Enquanto isso, Lucas Alves, que largou em segundo, perdeu varias posições na largada, caindo para a 11ª posição, mas mesmo assim foi escalando o grid bravamente chegando a o 4º lugar, quando houve uma re-largada, devido a entrada do Safety-car para reagrupar os carros, Alves errou a largada e perdeu duas posições, mesmo assim voltou e assumiu o terceiro lugar.

Bruna Tomasselli está na disputa direta pelo titulo da categoria, porém, será trabalho duro arrancar o osso de Matzenbacker.
Bruna Tomasselli está na disputa direta pelo titulo da categoria, porém, será trabalho duro arrancar o osso de Matzenbacker. (foto: Dudu Leal)

Na segunda bateria, foi mais disputada ainda que a primeira. Já começou com uma mítica  um pega triplo pela liderança entre Gabriel Robe, Lucas Alves e Victor Matzenbakcer, Gustavo Bandeira tentou ir para a liderança, chegou até liderar durante uma volta, mas Robe e Matzenbacker estavam endiabrados, tomaram a liderança e continuaram seu pega sem fim. Porém, o pega teve um fim, e não foi na linha de chegada na ultima volta.

A pressão era toda para cima de Robe. (foto: Dudu Leal)
A pressão era toda para cima de Robe. (foto: Dudu Leal)

No fim da reta, os três alinharam na curva 1, e veio Bruna Tomasselli para entrar na briga pela liderança, só que o carro de “guria voadora” destracionou na curva e se levou os outros três junto, bandeira vermelha, pista trancada e dois carros cravados no barranco da curva 2. A disputa pela liderança e a corrida acabaram por ali mesmo, e segundo o resultado da disputa “endemoniada” da gurizada da Junior, a vitoria da segunda bateria ficou com Victor Matzenbacker, seguido por Gabriel Robe e Lucas Alves.

Um acidente entre a curva 1 e 2 deu fima corrida, e a vitoria nas mãos de Matzenbacker. (foto: Bernardo Bercht)
Um acidente entre a curva 1 e 2 deu fima corrida, e a vitoria nas mãos de Matzenbacker. (foto: Bernardo Bercht)

Com a soma das duas baterias, a vitoria geral foi do passo-fundense Victor Matzenbacker, que venceu a movimentada segunda bateria, já é sua segunda vitoria na categoria, e provavelmente, não será sua ultima. Em segundo, veio o piloto Gabriel Robe, ha 35 milésimos (você leu certo caro leitor 35 MILÉSIMOS!!) do líder (foi considerado o resultado da volta anterior, devido a o fim da corrida por causa do acidente), em terceiro, vem Lucas Alves, que mesmo com todos os intempéries da primeira bateria, conseguiu se recuperar e disputar a liderança com Matzenbacker e Robe. Em seguida, veio Matheus Rouver em quarto e Bruna Tomasselli em 5º, completando o pódio da categoria.

O paraguaio Lucas Balbuena é a primeira participação internacional na categoria. Duas etapas e a nova categoria já tem uma participação internacional, a Junior promete.
O paraguaio Lucas Balbuena é a primeira participação internacional na categoria. Duas etapas e a nova categoria já tem uma participação internacional, a Junior promete. (foto: Duda Leal)

O campeonato da categoria ficou meio embolado da segunda posição para baixo, Victor Matzenbacker ainda é líder, com 76 pontos, seguido por Bruna Tomasselli, que subiu uma posição e ficou em 2º, com 38 pontos, logo após vem Gabriel Robe, que subiu quase toda tabela, saindo da ultima posição e se mantendo em terceiro, com 37 pontos.

Matzenbacker, Robe e Rouver disputaram endemoniadamente a liderança. (foto: Duda Leal)
Matzenbacker, Robe e Rouver disputaram endemoniadamente a liderança. (foto: Duda Leal)

Marcas e Pilotos: A Marcas veio como sempre, com um grid enorme, dessa vez forma 31 carros, e só tende em aumentar. Houveram vários retornos nessa segunda etapa da categoria. Entre eles foram Clemente Moroni (Celta #83), Pierre Ventura (Fiesta, mas deu algumas voltas no Gol #10) e Rafael Cohen (Ka #33). Alias, esta foi a ultima etapa de Luis Carlos Ribeiro em seu clássico Uno #44, na próxima etapa, ele vira com seu novo Ford Ka, mas ainda com seu mesmo numero, #44.

O Gol #01 "Vento Negro", de Cristiano de Almeida foi um foguete na pista....
O Gol #01 “Vento Negro”, de Cristiano de Almeida foi um foguete na pista, quando chegou a os pits, pegou fogo.

Os treinos de sábado foram, como de costume, muito disputado. A pole na Categoria A ficou com o Celta #6, de Enio Wermuth/Fernando Jr., com 1.26.07s, seguido de perto (muito, mas muito perto, 0,005 de segundo) por Rodrigo Miguel (Celta #85), na Classe B, Christian Petroll (Celta #3) assumiu a pole, com 1.27.331s, na Categoria N, Daniel Elais ponteou, com 1.27.718s. Uma que aconteceu nos treinos foi o fogo do “Vento Negro”, após ter ido como um rojão na pista, Cristiano de Almeida e seu Gol #10, apelidado de “Vento Negro”, tiveram alguns problemas nos boxes e o carro pegou fogo, por´me, nada aconteceu a o piloto, mas a equipe teve um belo serviço para por o carro de volta na pista, mesmo com o fogo, o “Vento Negro” re-estreou nessa etapa.

A diferença era tanta para o segundo lugar que Rodrigo Miguel chegou a soltar o pé um pouco nas ultimas voltas. (foto: Dudu Leal)
A diferença era tanta para o segundo lugar que Rodrigo Miguel chegou a soltar o pé um pouco nas ultimas voltas. (foto: Dudu Leal)

Na primeira bateria, já começou com uma surpresa, Luiz Carlos Ribeiro abandonou logo nas primeiras voltas, tendo problemas em seu Uno #44. O pole, Enio Wermuth, largou mal e só conseguiu ver alguns vultos lhe passando, de primeiro, caiu para quarto, aproveitando essa bobeada na largada, Rodrigo Miguel (Celta #85) disparou na frente e nada mais conseguiu tirar o piloto da ponteira da corrida. Outro que aproveitou a brecha foi Clemente Moroni (Celta #83), que se boleou e assumiu a segunda colocação, logo a frente de Rafael Cohen (Ka #3), outro que largou muito bem.

A segunda colocação foi extremamente disputada, nas ultimas voltas, Cohen (Ka  #3) deu o bote em Moroni (Celta #83) na reta, ams quando chegaram no miolo, os dois tomaram uma de Enio Wermuth no miolo. (foto: Duda Leal)
A segunda colocação foi extremamente disputada, nas ultimas voltas, Cohen (Ka #3) deu o bote em Moroni (Celta #83) na reta, mas quando chegaram no miolo, os dois tomaram uma de Enio Wermuth no miolo. (foto: Duda Leal)

A diferença para o segundo lugar era tanta, que Rodrigo Miguel se deu a o luxo e aliviar o pé um pouco nas ultimas voltas. Porém a disputa mesmo foi pela segunda colocação, Cohen deu o bote pra cima de Moroni na reta, mas quando chegou no miolo, nenhum dos dois conseguiu segurar Wermuth, que terminou em segundo, e Cohen, terminando em terceiro, fechou o pódio. Na B, A dupla Schüller/Salton ( Corsa #31) faturou a vitoria, mas sempre sendo acompanhado de perto por Carlos Maciel (Corsa #4). Na N, a vitoria ficou com o pole, Daniel Elias (Celta #77)

A Marcas sempre com grid lindo em todo o lugar onde vai. Dessa vez, foram 31 carros alinhados.
A Marcas sempre com grid lindo em todo o lugar onde vai. Dessa vez, foram 31 carros alinhados. (foto: Dudu Leal)

A segunda bateria foi uma luta pela sobrevivência  Rodrigo Miguel teve que se virar para manter a liderança, mas mesmo assim, não deu muito certo para ele. Rafael Cohen até largou bem, mas foi mal no resto da corrida, a luta foi ferrenha o tempo todo, Fernando Junior liderou, mas perdeu o gás, mesmo assim estabilizou e não deixou a liderança cair no colo de Rafael Cohen, que terminou em segundo, sendo seguido por Pierre Ventura (no Gol #10) fechando o pódio no dia. Na B a vitoria ficou com a dupla A.Cê/L.Scherer (Corsa #76), já na N, a vitoria ficou com Paulo Flores (Celta #53).

A segunda bateria foi uma luta pela sobrevivência, e Rodrigo Miguel conseguiu sobreviver. (foto: Dudu Leal)
A segunda bateria foi uma luta pela sobrevivência, e Rodrigo Miguel conseguiu sobreviver. (foto: Dudu Leal)

Copa Fusca: E por ultimo, mas não menos importante, a Copa Fusca esteve em Guaporé nessa etapa. Sua segunda etapa, contou com um grid de 17 carros e com uma estreia, o piloto passo-fundense Paulo Cezar Téo.

Moacir Fighera não quis nem saber, tirou pole e ganhou as duas baterias. (foto: Dudu Leal)
Moacir Fighera não quis nem saber, tirou pole e ganhou as duas baterias. (foto: Dudu Leal)

Nos treinos no Sábado, Moacir Fighera não quis nem saber de ninguém, cravou a pole, com 1.29.421s, seguido por Thiago Takagi, com 1.29.991s e por Norberto Corrêa, com 1.30.418s. Na Cat.B, Rodrigo “Sucata” Dimare tirou pole, com 1.30.889s (5º no geral), seguido de Sérgio Rocha, com 1.31.684s e Vanderlei Pires, com 1.32.052s.

Tiago Takagi disputou a liderança com Fighera nas duas baterias, não surtiu efeito nas duas. (foto: Dudu Leal)
Tiago Takagi disputou a liderança com Fighera nas duas baterias, não surtiu efeito nas duas. (foto: Dudu Leal)

Moacir Fighera largou bem, mas tinha um certo Tiago Takagi em sua cola, que o atacou no começo da corrida, mas depois foi mais tranquilo para Fighera, que tirou uma boa diferença e ganhou a primeira bateria. O pega foi pela segunda posição, entre Tiago Takagi e Norberto Corrêa, na qual chegou a dar o bote para cima do campeão da B em 2012, mas Tiago retrucou e manteve a posição, cruzando a linha de chegada em segunda, Norberto se manteve em terceiro. Na B, Rodrigo Dimare não teve dificuldade alguma para vencer a prova.

Rodrigo "Sucata" Dimare não teve problema algum para vencer as duas baterias pela B. (foto: Dudu Leal)
Rodrigo “Sucata” Dimare não teve problema algum para vencer as duas baterias pela B. (foto: Dudu Leal)

Segunda bateria, a mesma coisa. Moacir Fighera larga bem, e é pressionado por Tiago Takagi nas primeiras voltas (o Tiago tem de idade o que o Moacir tem de carreira), porém Tiago teve problemas no sistema de alimentação do motor e ficou para trás. A vitoria ficou mesmo com Fighera, sendo seguido, dessa vez por Rodrigo Dimare (que venceu tranquilo de novo na B) e por Norberto Martins.

Everson Melo não se qualificou bem - por causa dos acertos de seu carro - e não teve uma corrida tão boa, terminou em 6º. (foto: Dudu Leal)
Everson Melo não se qualificou bem – por causa dos acertos de seu carro – e não teve uma corrida tão boa, terminou em 6º. (foto: Dudu Leal)

Buenas, eram estas. A próxima etapa destas categorias serão no Velopark, dia 18 e 19 de Maio. O Gaúcho de Endurance e a Copa Classic terão suas primeiras etapas em Guaporé, de 25 a 26 de Abril.

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